sábado, 5 de setembro de 2009

Ajudar crianças com medo de ir à escola


Quando as crianças entram pela primeira vez para a escola,mudam de entidade escolar ou regressam às aulas após as ferias mostram,muitas das vezes,medo e ansiedade.
Há causas variadas para este tipo de comportamento.

Cerca de um a cinco por cento das crianças apresentam ansiedade ao voltarem à escola,ocorrendo em igual número tento nos meninos como nas meninas e,sobretudo.nas crianças de 5,6,10 e 11 anos de idade.As que demonstram este tipo de ansiedade deve-se,sobretudo,à separação dos pais,avós ou pessoas mais chegadas durante as horas do dia .Problemas com colegas de turma,funcionários ou professores são outras das grandes causas que geram este sofrimento nas crianças.
Quando a criança é superprotegida em casa também não ajuda.
Tornam-se mimadas e agarradas demais às pessoas com quem criam rotinas muito próprias e para quem são o centro das atenções.Ao irem para a escola,a atenção tem que ser repartida,podendo causar algum transtorno na mentalidade das crianças que,habitualmente,não estão acostumadas a conviver diariamente com outras crianças.
Os sintomas mais frequentes são: medo, pânico, choro intenso, acessos de raiva, tonturas, dores de cabeça, tremores, diarreia, dores abdominais, vómitos e dores nas costas.
Para que o seu filho não sofra,fale com a escola e tente que alguém da confiança da criança lhe de mais apoio e também para que possa averiguar se está a ocorrer algo que possa ser traumático com ele.Depois, demonstre todo o seu afecto e compreensão para com o seu filho,mas nunca deixe de ter firmeza na hora de ele ir para escola.Se a ansiedade for demasiadamente forte,e após avaliação médica clínica nenhum diagnóstico de doença orgânica for encontrado,deve-se levar a criança para uma avaliação psicológica com um psicólogo clínico infantil,pois poderá ser necessário um tratamento especifico,com ou sem medicação.

Prefessor,um AMIGO...

Um professor deve ser,primeiro que tudo,um amigo,se não mesmo o melhor amigo da escola.Só assim irá cativar a total atenção da turma e fazer com que os seus alunos aprendam com sucesso o que irá ensinar durante o ano lectivo.
Nunca rebaixe um aluno na frente dos colegas e nunca lhe diga que dificilmente será capaz de aprender uma determinada matéria .Para fazer valer a sua palavra,chame-o à parte e tente dar-lhe a entender o que está mal.Imponha regras desde o primeiro dia,mas de uma forma suave.E se quer que tudo corra na perfeição ,no final de cada aula faça um momento de lazer com a turma.Vai ver como ajuda.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Curiosidade

Um estudo Suíço que propunha que crianças de diversas idades repartissem alguns doces,revela que aos sete e oito anos as crianças tendem a partilhar,enquanto aos três e quatro anos são mais egoístas.
A investigação ressalva que,surpreendentemente,os filhos únicos mostram-se mais generosos e a maioria apenas repartia com colegas da mesma turma.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Limite do peso material escolar nas escolas


Lei limita peso de material escolar nas escolas
Lei estadual, que aguarda regulamentação do governo, normatiza o peso das mochilas e define regras para as escolas


Retorno às aulas e sempre a mesma cena. Crianças carregando dezenas de livros, cadernos e os mais diversos acessórios para a escola sem a mínima preocupação com o peso da mochila. A conseqüência pode ser uma alteração na postura, proporcionando uma deformidade na coluna vertebral. Clinicamente diagnosticado como escoliose, hiperlordose ou hipersifose, o problema pode vir a ser detectado só na juventude, levando até mesmo à necessidade de uma cirurgia.
Especialista em reeducação postural, a fisioterapeuta e professora universitária Margareth Lovato lembra que na fase de crescimento é de extrema importância uma atenção maior dos pais quanto ao excesso de peso carregado pelos filhos e a forma como transportam estes materiais. Na infância e parte da adolescência, o esqueleto ainda não se desenvolveu completamente e pode sofrer diversas danificações.

Uma Lei estadual (7.071), de autoria do presidente da Assembléia Legislativa, deputado José Riva (PTB), estabeleceu normas para o transporte dos materiais e regras que as próprias escolas teriam que seguir para amenizar o problema. Entretanto, desde 1998 a Lei aguarda regulamentação do governo para ser colocada em prática.

Pela Lei, o peso máximo total do material escolar não deverá ultrapassar 5% do peso da criança de até 10 anos de idade e 10% do peso da criança acima de 10 anos. Determina ainda que caberá às escolas a organização da utilização do material em sala de aula, de forma que os alunos observem os limites estabelecidos.

Pesquisas médicas não conclusivas, indicam que o peso próximo do ideal seria o de 10% do peso da criança, mas detectou-se que há escolas em que as crianças carregam uma carga de até 30% do peso de seu corpo. “As escolas precisam estabelecer alternativas, como a instalação de armários para guardar livros e cadernos e a definição dos livros necessários para cada período”, ressalta Riva.

Presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito), José Euclides Poubel e Silva, afirma que a melhor ação que o Estado pode implantar é a prevenção. “Não temos instrumentos para verificarmos se a mochila realmente vem causando problemas na coluna. Ou seja, a situação pode ser muito mais grave do que pensamos”, ressalta.

Silva cita ainda que um fator agravante é o fato do problema na coluna aparecer, em muitos casos, só quando a pessoa já iniciou sua vida profissional, ou seja, na fase adulta. “Sabemos, em teoria muito paupável, que há grande número de pessoas se afastando dos serviços por problemas de coluna, causando prejuízos para o Estado e para as empresas privadas. Problema que poderia ter sido evitado com simples atitudes”.

O presidente do Crefito sugere que os próprios funcionários da rede pública de saúde e voluntários participem de programas para aprimorarem os professores, que ficariam responsável por educarem os alunos quanto ao transporte dos materiais. “O prejuízo aos problemas da coluna, causado pelo excesso de peso dos materiais escolares, é fatal, todos sabem”, alerta.

A fisioterapeuta Margareth Lovato lembra que o peso excessivo da mochila faz com que a criança ou adolescente incline seu corpo para o lado ou para frente. As conseqüências vão desde uma escoliose - inclinação lateral da coluna; hiperlordose - aumento da curvatura lombar (concavidade localizada na região da cintura) e hipersifose - aumento da curvatura localizada na região dorsal (corcunda).

Quando isso acomete crianças em crescimento, o problema pode se estruturar, não conseguindo ser revertido apenas com tratamento fisioterápico, sendo necessário o uso de coletes ortopédicos e até cirurgias.

O professor José Euclides cita que em escalas teóricas a escoliose de 0 a 15 graus pode ser tratada apenas com fisioterapia; de 15 a 30 graus já serão necessários fisioterapia, tratamento com medicamento e o uso do colete; acima de 45 graus a indicação é a cirurgia. “O grande problema da escoliose é que ela progredi de forma absurda. Se a criança já está com o problema e continua forçando a coluna, o problema vai se agravar rapidamente”.

“Os problemas de deformidade na postura são causados por inúmeros fatores, mas sem dúvida alguma o peso das mochilas é um fator extremamente evidente”, ressalta Margareth Lovato, acrescentando que a fase mais crítica é no período em que a criança está na fase do maior crescimento, quando dizemos que ela “esticou”.

Ela ainda ressalta que o agravante é o ato repetitivo, uma vez que a criança carrega o material cinco vezes por semana, ao longo de muitos anos.

José Euclides reforça ainda que o problema é sempre causado do lado oposto onde está o peso. “A criança sempre carrega a mochila ou os materiais de um lado apenas, sobrecarregando o lado oposto. Mesmo estando nas costas, se muito pesada, a mochila projeta o corpo para frente e o centro de gravidade muda de lugar, forçando algum ponto da coluna que não suporta peso”.

O presidente do Crefito lembra que atitudes simples podem evitar o problema, como regular melhor a mochila, apertando os cintos reguladores na cintura e regulando a altura da mochila.

As malas com rodinhas poderiam ser a alternativa, mas também possuem agravantes. O primeiro é quanto ao tamanho do cabo, que precisa ser adequado ao tamanho da criança. Depois, esbarra-se com problemas estruturais, como calçadas desniveladas, buracos, escadas, fazendo com que nesses casos a mochila, ou a pasta escolar, mesmo com rodinhas, seja levada nas costas.

Mais Informações:
Assessoria de Imprensa do Deputado Riva
Fone: 613-2501/ 9972-8390
www.joseriva.com.br

Regresso às aulas

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Queres ajudar o Dinis???

O Dinis tem uma doença neurológica grave de que padecem apenas 20 pessoas em todo o mundo (nenhum caso em Portugal).

Após termos levado o nosso filho à consulta de neuropediatria no Hospital Dona Estefânia e após dezenas de exames, foi-lhe diagnosticada uma doença raríssima que está ainda em a ser estudada, cujo nome é designado por “LEUCOENCEFALOPATIA COM CALCIFICAÇÕES E QUISTOS CEREBRAIS” tendo surgido associado a esta patologia um “SÍNDROME DE COATS BILATERAL” nos olhos do Dinis.

Da parte neurológica não existem previsões em termos futuros sob a forma como se virão a manifestar as graves lesões que o Dinis tem na parte direita do cérebro. Actualmente observamos um ligeiro atraso motor, pois com ele ainda não se senta sem ajuda, não gatinha nem anda. A grande manifestação das lesões ocorreu nos olhos do Dinis:

Para saberes como podes ajudar e saber mais imformacões va ao saite:
http://dinis.webnode.com//

Kidzania


O QUE É A KIDZANIA?
A KidZania é um parque temático dirigido a famílias, com crianças dos 3 aos 14 anos. Nesta cidade construída à sua escala as crianças podem “brincar aos adultos” num ambiente altamente realista.

Podem escolher entre mais de 60 profissões diferentes, em réplicas dos estabelecimentos mais representativos de uma cidade real: aeroporto, fábricas, teatro, lojas, circuito automóvel, esquadra de polícia, bombeiros, imprensa, estúdio de TV, estádio e muitos outros. As actividades são desenhadas para serem simultanea-mente divertidas e pedagógicas, com base no conceito de edutainment (educação + entretenimento). Os conteúdos acompanham os programas escolares e procuram ensinar às crianças valores e regras de cidadania, ajudando-as a viver de forma saudável em sociedade.



ECONOMIA PRÓPRIA
Na KidZania a moeda oficial são os kidZos, com os quais os cidadãos vão poder aceder aos mais variados serviços dentro da cidade (supermercado, cabeleireiro, alugar um carro, etc.) ou mesmo fazer compras na loja de kidZos.

Para ganhar kidZos as crianças vão ter que trabalhar nas profissões que mais gostarem e o seu esforço será recompensado. Cabe às crianças fazer a gestão do seu próprio dinheiro, havendo a possibilidade de guardarem os kidZos na sua conta bancária da KidZania e levantá-los nas caixas ATM na próxima visita. Afinal o dinheiro não cresce nas árvores!



SEGURANÇA
Na KidZania a segurança vem em primeiro lugar. Além de as actividades serem vigiadas e acompanhadas de perto por animadores qualificados a cidade conta também com a tecnologia de segurança mais avançada.

Todos os visitantes recebem uma pulseira com tecnologia RFID, que permite aos pais saberem em tempo real em que local da cidade se encontram os seus filhos, não havendo qualquer possibilidade de uma criança sair do parque sozinha ou na companhia de outro adulto que não aquele com quem entrou na KidZania.


Para masi imformacões va ao site:

http://www.kidzania.pt/intro.aspx?param=6xaQnimFh6ShIR4NKdOwDOpVdqYXVV3y